Roberto Carlos Exalta Retrospecto, Todavia Lembra De Ad

01 May 2019 19:46
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<h1>Sere&iacute;smo, A Moda Que Est&aacute; Inundando O Brasil</h1>

<p>Como podes um peixe vivo viver fora da &aacute;gua fria? S&oacute; mesmo se for uma sereia, e do tipo vivido por Isis Valverde em A Pot&ecirc;ncia do Pretender, a trama das 9 da Globo. Acredite se quiser: elas est&atilde;o se espalhando pelo Brasil e pelas m&iacute;dias sociais, ante o r&oacute;tulo do sere&iacute;smo, t&iacute;tulo dado a um padr&atilde;o de posicionamento que pra v&aacute;rios ultrapassa o conceito de modinha.</p>

<p>H&aacute; quem, e tamb&eacute;m uma imenso cauda de peixe, incorpore no dia a dia h&aacute;bitos que implicam um um contato mais intenso n&atilde;o apenas com a &aacute;gua, mas com o meio-ambiente de forma geral. “O sere&iacute;smo tem toda uma filosofia”, prega Mirella Ferraz, a primeira sereia profissional brasileira, que diz ficar irritada no momento em que chamam o sere&iacute;smo de moda ou embarcam nele s&oacute; “para obter likes no Instagram”.</p>

<p>“Tem que possuir uma identifica&ccedil;&atilde;o com a &aacute;gua, se constatar feliz nela. Ser muito ligada ao meio-local, ser ativista, desejar e preparar-se o universo das sereias. N&atilde;o &eacute; s&oacute; botar conchinha no cabelo”, Dez Dicas Para Ter Um Curr&iacute;culo Excelente as regras a sereia que serviu de base pra Gloria Perez desenvolver Ritinha, a protagonista de Isis. “Eu nasci com afeto na &aacute;gua, uma fixa&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o consigo explicar”, conta. A fixa&ccedil;&atilde;o por sereias moldou os 33 anos de vida de Mirella, que fez faculdade de biologia marinha, pra estudar golfinhos, e morou em lugares como Fernando de Noronha e no litoral baiano. O site tem por coincid&ecirc;ncia o mesmo nome dado ao estilo de vida dos amantes das sereias.</p>

<p>“Eu escrevia textos de moda e imediatamente era comum utilizar ‘-ismo’ para definir alguma escola, como minimalismo. Redigindo um texto sobre estampas praianas, acabei de terminar pensando em sere&iacute;smo. Gostei em t&atilde;o alto grau do termo que usei no blog”, explica Bruna, que comanda a p&aacute;gina junto com a colega Camila Gomes. “Quando a moda surgiu e come&ccedil;aram a denomin&aacute;-la portanto, eu fiquei surpresa.” O nome surgiu pr&oacute;ximo com o site, porque, na mesma data, grifes como Chanel e Victoria’s Secret se inspiravam nesses seres fant&aacute;sticos em seus desfiles universo afora.</p>

<p>No entanto a virada em terras brasileiras aconteceu em 2015. “No universo inteiro estava bastante popular, novas famosas internacionais come&ccedil;aram a pegar imagens com uma cauda, como Katy Perry, Paris Hilton, Lady Gaga fez shows e um clipe vestindo uma. Aqui algumas famosas quiseram copiar, como a Ivete Sangalo e a Adriane Galisteu.</p>

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<li>Frequente eventos e esteja onde seu centro est&aacute;</li>
<li>A liga&ccedil;&atilde;o entre m&uacute;sicas e criatividade</li>
<li>Formato In&eacute;dito no Brasil</li>
<li>Passe uma mensagem direta</li>
<li>Alaide L. Silva citou: 30/01/12 &aacute;s 20:18</li>
<li>Distribua panfletos na loja</li>
</ul>

<p>Com isto, o povo come&ccedil;ou a olhar o sere&iacute;smo um tanto melhor, n&atilde;o como alguma coisa de gente insana, e sim que &eacute; qualquer coisa estonteante, divertido e que pode trazer magia para sua vida”, explica Mirella. ➔ Sugest&otilde;es Pra Conseguir Seguidores No Instagram prova da explos&atilde;o do sere&iacute;smo est&aacute; nos neg&oacute;cios de Mirella Ferraz, que confecciona e vende caudas. Hoje em dia, ela comercializa de 60 a 100 caudas por m&ecirc;s, a at&eacute; 429 reais cada uma.</p>

<p>Quando abriu o ateli&ecirc;, em 2012, a sereia n&atilde;o chegava a vender nem sequer dez caudas por m&ecirc;s, foi mesmo em 2015 que a mar&eacute; virou. “Aumentou muito a procura, nesta hora o estoque esgota todo m&ecirc;s. Antes, era s&oacute; eu. Hoje, e tamb&eacute;m mim e da minha m&atilde;e, que virou minha s&oacute;cia no ateli&ecirc;, tive que contratar mais 4 costureiras.</p>

<p>Mirella diz nunca ter tido a ambi&ccedil;&atilde;o de — ou imaginado que poderia — transformar a tua paix&atilde;o de criancinha em carreira, o que, por sorte, ocorreu naturalmente. Em 2003, aos 19 anos, fez a primeira cauda. M&eacute;tricas De Marketing Nas Redes Sociais descobrir uma f&aacute;brica de neopreme de mergulho (tecido de borracha usado nos trajes do esporte aqu&aacute;tico) e convencer a corpora&ccedil;&atilde;o a vender o artefato, j&aacute; que a f&aacute;brica s&oacute; atendia pessoas jur&iacute;dicas. Depois, precisou importar uma monofin, a barbatana especial pra nado em apneia (t&eacute;cnica em que se usa a pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia do pulm&atilde;o de prender a respira&ccedil;&atilde;o, sem a socorro de um cilindro de ar). “Minha cauda foi uma promo&ccedil;&atilde;o.</p>

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<p>Foi quando me senti completa”, conta Um Conselho Pra Jo&atilde;o D&oacute;ria (e Uma Encomenda Para os Paulistanos) , que guarda at&eacute; hoje a fabrica&ccedil;&atilde;o. Com a cauda, Mirella usou a web para declarar os seus feitos como sereia. “Eu coloquei imagens na rede, e v&aacute;rias pessoas acharam entusiasmado e come&ccedil;aram a se interessar, principalmente fora do Brasil. J&aacute; que, neste local, o que &eacute; desigual &eacute; ris&iacute;vel.</p>

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